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O Novo Mapa da Atratividade Imobiliária no Brasil

O mercado imobiliário brasileiro segue crescendo. 
A pergunta correta é: Onde a demanda é realmente sustentável? 

O IDI Brasil – Índice de Demanda Imobiliária (4º trimestre de 2025) traz uma leitura estruturada sobre isso, analisando 80 cidades brasileiras com base em um modelo matemático que integra: 

  • Demanda potencial 
  • Dinâmica econômica 
  • Oferta de terceiros 
  • Dados reais de transações via CV CRM 
  • Performance de lançamentos recentes e antigos 

O resultado é um ranking de atratividade que revela algo importante: a geografia da demanda imobiliária está se redistribuindo no Brasil. 

Padrão Econômico: Fortaleza lidera e o Nordeste consolida presença 

No segmento econômico (renda familiar entre R$ 2 mil e R$ 12 mil; imóveis entre R$ 115 mil e R$ 575 mil), o Top 3 encerra 2025 com alta estabilidade: 

  1. Fortaleza (0,879) 
  2. São Paulo (0,850) 
  3. Curitiba (0,846) 

      Fortaleza mantém a liderança consolidada, demonstrando consistência nos indicadores de demanda e atratividade. 

      Mas o dado mais relevante está na composição do ranking. Entre as 10 cidades mais atrativas, o Nordeste ocupa posições estratégicas: 

      • Fortaleza (1ª) 
      • Recife (5ª) 
      • Maceió (6ª) 
      • Salvador (8ª) 

      Além disso: 

      • Brasília sobe da 10ª para a 7ª posição ao longo do ano. 
      • São Luís ganha 7 posições e encerra em 20º lugar. 
      • Florianópolis avança 6 posições, impulsionada por demanda direta e lançamentos. 

      O padrão econômico continua sendo o principal motor do mercado, mas agora com maior dispersão regional. 

      Médio Padrão: estabilidade no topo e avanço fora do eixo tradicional 

      No médio padrão (renda entre R$ 12 mil e R$ 24 mil; imóveis entre R$ 575 mil e R$ 811 mil), o ranking encerra 2025 da seguinte forma: 

      1. São Paulo (0,804) 
      2. Curitiba (0,800) 
      3. Goiânia (0,775) 
      4. Brasília (0,732) 

            São Paulo mantém liderança estrutural, mas o dinamismo aparece nas movimentações: 

            • Fortaleza sobe para 5º lugar. 
            • Salvador encerra em 8º. 
            • Recife entra no Top 10. 
            • São Luís salta da 47ª para a 24ª posição, com forte melhora na atratividade de novos lançamentos. 

            O dado indica que o médio padrão também apresenta redistribuição de competitividade entre regiões. 

            Alto Padrão: inflexão no topo e maior diversificação regional 

            O alto padrão (renda superior a R$ 24 mil; imóveis acima de R$ 811 mil) apresenta o movimento mais emblemático do T4 2025. 

            O ranking encerra o ano com: 

            1. Brasília (0,872) 
            2. Fortaleza (0,836) 
            3. São Paulo (0,825) 
            4. Goiânia (0,753) 
            5. Florianópolis (0,716) 

                    O quarto trimestre marca uma mudança relevante: Brasília assume a liderança e Fortaleza ocupa a segunda posição, reduzindo a concentração histórica no eixo Sul-Sudeste. 

                    Outros destaques: 

                    • São Luís sobe da 37ª para a 26ª posição ao longo do ano. 
                    • Campinas acumula ganho de 16 posições e encerra no Top 15. 
                    • Diversificação regional aumenta a competitividade fora dos polos tradicionais. 

                    O alto padrão deixa de ser concentrado e passa a mostrar maior pulverização geográfica. 

                    IDI São Paulo: cinco mercados dentro da mesma cidade 

                    O relatório também apresenta recorte detalhado por zonas da capital paulista. 

                    No padrão econômico: 

                    • Zona Oeste assume a liderança no (0,790). 
                    • Zona Sul encerra em 2º lugar. 
                    • Zona Leste cai para 3º. 
                    • Centro e Norte permanecem nas últimas posições. 

                    No médio padrão: 

                    • Zona Sul consolida liderança ao longo do ano (0,797). 
                    • Oeste encerra em 2º. 
                    • Centro mantém desempenho estruturalmente fraco. 

                    No alto padrão: 

                    • Disputa direta entre Sul (0,804) e Oeste (0,802). 
                    • Centro e Norte seguem menos competitivas. 

                    A leitura é clara: 

                    São Paulo não é um mercado único. 
                    É um conjunto de mercados com dinâmicas distintas. 

                    O que o IDI confirma sobre o mercado brasileiro 

                    O Brasil possui déficit habitacional superior a 6,5 milhões de unidades. 

                    Mas déficit não significa absorção automática. 

                    O IDI mostra que a atratividade depende de: 

                    • Equilíbrio entre oferta e demanda 
                    • Dinâmica econômica local 
                    • Capacidade de geração de renda 

                    O mercado não sofre de ausência de demanda estrutural. 

                    O risco está na leitura incompleta do território. 

                    Conclusão: a decisão territorial precisa ser data driven 

                    O IDI revela: 

                    • Nordeste consolidando presença nos três padrões 
                    • Centro-Oeste assumindo protagonismo no alto padrão 
                    • Capitais tradicionais mantendo força, mas dividindo espaço 
                    • Movimentações relevantes fora do eixo histórico 

                    A atratividade está dinâmica. E quem decide com base apenas em histórico de vendas assume risco desnecessário. 

                    Acesse o relatório completo do IDI Brasil 

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                    A nova atualização do IDI Brasil
                    (Índice de Demanda Imobiliária) foi publicada.

                    Confira o ranking atualizado das 80 cidades, os movimentos nos padrões econômico, médio e alto e a nova liderança do alto padrão.

                    A geografia da atratividade mudou. Veja onde estão as maiores oportunidades agora.